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Women in business



Madeleine Blankenstein
Madeleine Blankenstein


Em 2017, as equipes de liderança estão lidando com novas condições de risco global. Mesmo com poucos especialistas prevendo os acontecimentos dos últimos anos, as empresas em todo mundo estão se esforçando para prevenir imprevistos.

As empresas devem fazer mais do que reagir aos desafios do nosso tempo. Ao responderem às realidades concretas, elas devem também considerar oportunidades que promovam o crescimento a longo prazo. A necessidade de compreender essas chances nunca foi tão grande.

Analisamos o papel das mulheres na liderança nos últimos 13 anos e, na pesquisa deste ano, avaliamos a questão do risco e da oportunidade. Constatamos que homens e mulheres veem e reagem aos riscos e oportunidades de maneiras diferentes. Reconhecemos, celebramos e aprovamos essas diferenças, pois as empresas têm uma chance melhor de ver o mundo como ele realmente é e como ele poderia ser. Se não criarem equipes diversas, as empresas tornamse suscetíveis ao "pensamento coletivo" - o fenômeno em que, ao nos envolvermos apenas com aqueles que compartilham uma visão similar do mundo, abafamos outras perspectivas e não vemos a mudança chegar.

No entanto, apesar das evidências que ligam a diversidade e o desempenho melhorado dos negócios, a presença da diversidade de gênero na liderança sênior está mudando em um ritmo dolorosamente lento.

Pesquisas do International Business Report da Grant Thornton (IBR) revelam que, globalmente, a porcentagem de mulheres nas equipes de alta gerência aumentou apenas um por cento no último ano - de 24% em 2016 para 25% em 2017. Isso contribui para uma mudança de apenas seis por cento em 13 anos, desde que nossa pesquisa começou. Infelizmente, ao mesmo tempo, o número de organizações sem participação feminina em nível sênior subiu de 33% em 2016 para 34% em 2017. Esta é uma deficiência grave.

As razões para esta falta de diversidade são muitas e variadas, e dependem da cultura das empresas e de cultura mais ampla na qual se baseiam. De forma preocupante, este ano temos percebido que a questão da diversidade de gênero está perdendo fôlego.

Nós simplesmente não podemos permitir que isso aconteça, o progresso ainda é marginal. As empresas hoje precisam ser mais produtivas, mais inovadoras e, em muitos aspectos, mais abertas se quiserem prosperar.

É por isso que a pesquisa deste ano, fornecemos uma série de recomendações sobre como aumentar o número de mulheres em posições de liderança para benefício das empresas como um todo, e estratégias de risco em particular.

Devemos prestar atenção a uma lição: muitas empresas de hoje em dia ainda são dirigidas por equipes exclusivamente masculinas e por isso, são mais propensas a serem míopes quando se trata de risco. Como disse um de nossos colaboradores: “O verdadeiro risco para os negócios é não envolver as mulheres."

Prefácio: Francesca Lagerberg
Líder Global de Impostos e responsável pela Pesquisa Women in Business da Grant Thornton

Veja a pesquisa na íntegra: Women in Business

Junho/2017

 

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