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Orgulho: engenheira brasileira ganha prêmio internacional de inovação



Nadia Ayada

Apesar da grave crise financeira que o mercado nacional atravessa, hoje todos os engenheiros do Brasil ganharam um motivo para se orgulhar, além de uma bela inspiração para servir de exemplo: a brasileira Nadia Ayada, recém-formada em Engenharia de Materiais pelo IME (Instituto Militar de Engenharia), que já estava entre os dez melhores colocados no Desafio Mundial Sandvik, conquistou o prêmio de primeiro lugar para o país!


O que é o Desafio Sandvik?

O Desafio Sandvik, também conhecido como competição do grafeno, é um prêmio sueco altamente conceituado que estimula pessoas de todos os cantos do mundo a apresentar projetos e conceitos inovadores utilizando grafeno de maneira sustentável para uso em residências. Nádia conseguiu superar as outras nove ideias após um júri composto por pesquisadores de renome do ramo e dois executivos da companhia analisarem todos os projetos e reconhecer o da brasileira como o mais interessante e inovador.


Projeto Vencedor

Observando que uma das características mais interessantes do grafeno é sua resistência (200 vezes mais que o aço, por exemplo), Nadia desenvolveu um sistema de filtragem e dessalinização de água, com o objetivo de garantir o acesso à água potável para a população no futuro, uma vez que seu protótipo reduziria significativamente os custos de energia, além de colocar pressão sobre os atuais fornecedores para implementar processos para redução de custos, como, por exemplo, a “reciclagem de água”.


História

Nascida no Brasil, porém filha de pais que vieram do Sudão, Ayad participou do programa de intercâmbio do governo federal Ciência Sem Fronteiras, e conseguiu a oportunidade de estudar no Reino Unido, mais precisamente na Universidade de Manchester. Já estabelecida na cidade inglesa, também participou do desenvolvimento de um polímero capaz de substituir válvulas do coração.

Impressionada com a estrutura que encontrou na Universidade de Manchester, Nadia Ayad elogiou as instalações do local e revelou ser esse um dos motivos para seu desenvolvimento: “eles tem muitos recursos e muitas facilidades para fazer acontecer”, disse a brasileira após receber o prêmio de primeiro lugar.

Atualmente ela já regressou ao Brasil, e diz já ter planos para ingressar em um programa de PHD no exterior, sem sequer passar antes por um mestrado. As universidades conceituadas de Cambridge e o MIT estão dentre as opções analisadas por Nadia.

Fonte: Blog da Engenharia / CanalTech



Janeiro/2017

 

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