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Como 3 mulheres contra-atacaram ambientes de trabalho misóginos



Café ABRH BR

Cafira, Luiza e Simone tomaram as rédeas da carreira e abriram a própria empresa – com times majoritariamente femininos



Você já se sentiu mal ao perceber que poucas mulheres são chefes na empresa em que trabalha? Já se pegou sentindo certo incômodo com um homem colega do escritório porque tem a impressão de que ele não está dando importância às suas atribuições? A dificuldade que as mulheres enfrentam dentro de empresas é grande: seja no começo da carreira, quando os homens duvidam de seu potencial, seja com o passar dos anos, ao perceber que, para muitos empregadores, cuidar dos filhos parece ser só uma tarefa da mãe.

O machismo se mostra em muitos momentos da vida profissional e também está presente no desempenho que a mulher precisa apresentar, muito melhor do que um homem, para ocupar uma mesma posição, ou no momento em que precisa ouvir um colega explicando coisas que já sabe, o famoso mansplaining.

O preconceito, inclusive, impede que o sexo feminino se destaque nas posições de liderança. Um estudo feito pelo Grupo de Pesquisas em Direito e Gênero da Fundação Getulio Vargas (FGV), que analisou 837 empresas de capital aberto e 73 901 cargos de diretoria, além de membros de conselhos administrativos de 1997 a 2012, concluiu que a taxa de mulheres em posições altas se manteve durante todos esses anos: 7,7%.

É diante de todos esses inconvenientes que as mulheres resistem, ingressam nas universidades e constroem sua carreira, buscando aquele lugar no topo que por muito tempo foi ocupado só por homens. É assim, também, que muitas decidem criar seu próprio negócio e se tornam empreendedoras. Nos últimos 15 anos, o número de empreendedoras cresceu 34%, de acordo com levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Essas, que viram empresárias, costumam beirar os 40 anos, e 55% são mães, de acordo com a Rede Mulher Empreendedora. “Hoje, mais de 50% dos novos negócios que são abertos no Brasil são liderados por mulheres. O fato de buscarem o empreendedorismo como opção profissional deve-se ao mundo corporativo, que ainda é um ambiente hostil para elas. Estão criando sua empresa para estar mais próximas da família e para ter flexibilidade. Elas têm uma visão mais humana e colaborativa, além de serem mais compreensivas nos ambientes de trabalho, por causa disso o empreendedorismo feminino é tão importante, porque ele tem um impacto social maior na comunidade”, afirma Ana Fontes, fundadora da Rede.

Aos poucos, estamos nos desprendendo de clichês como o de que somos inimigas. As personagens que vai conhecer agora perceberam um lição valiosa: some mulheres e o resultado é muito positivo.

 

 

 

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