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Mulheres no comando



No comando: (da esq. para a dir.) Cristina Palmaka, da SAP; Lídia Abdalla, do Sabin; Leila Velez, da Beleza Natural; Marilia Rocca, da Ticket; Tania Cosentino, da Schneider Electric; Renata Campos, da Takeda; e Raissa Lumack, da Coca-Cola | fotos: AndrÉ valentim, Cristiano Mariz, Germano Lüders e Gilberto Tadday. Montagem e Tratamento: Carlos Pedretti

O mundo evoluiu, é verdade, quanto o tema é igualdade de gênero. A humanidade caminha lentamente em direção à paridade de gênero em todos os aspectos e em todos os países.

Países mais igualitários

O estudo conduzido pelo FEM apurou a situação em 144 países e os classificou de acordo com o grau de igualdade entre homens e mulheres em todos os quatro pilares. E pelo oitavo ano consecutivo, a Islândia reina soberana como o país mais igualitário do planeta.
O país tem 87% da lacuna entre homens e mulheres fechada na avaliação geral. Embora tenha obtido bons resultados no Acesso à Educação e Empoderamento Político, a Islândia obteve desempenhos ruins em dois pilares também importantes: Saúde e Sobrevivência e Participação Econômica e Oportunidade.

Neste último, o timing do ranking não poderia ter sido melhor: no último dia 24, as islandesas lembraram os 41 anos de uma greve na qual 90% delas deixaram de trabalhar para mostrar a importância das mulheres na força de trabalho e para lutar por salários iguais. O resultado no ranking do FEM, no entanto, mostra que a Islândia está longe do cenário ideal nesse ponto.
Na segunda colocação, uma mudança em relação ao ranking de 2015, com a Finlândia ultrapassando a Noruega, que caiu para a terceira colocação e é seguida pela Suécia. O topo do ranking geral pertence aos escandinavos, é verdade, mas há espaço para boas surpresas, como a presença de Ruanda na quinta colocação e da Nicarágua em décimo lugar. O Brasil ocupava a 85ª posição em 2015, mas hoje saltou para a 79ª, na frente de países como Índia (87ª) e China (99ª), mas atrás da Venezuela (74ª) e Bolívia (23ª).

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