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PALAVRA DA PRESIDENTE

Li recentemente um artigo sobre pesquisa feita junto a ONGS e outras entidades que trabalham efetivamente em prol da mulher. O artigo foi publicado por Susana Cristalli, na Buzzfeed e julguei muito interessante para que as mulheres empoderem outras e destaco algumas sugestões:

  1. Seja a amiga que você gostaria de ter. Valorize as qualidades de suas amigas e faça elas acreditarem que podem fazer acontecer. E sempre apoie a amiga que precisa de colo.
  2. Não veja outra mulher como rival, só por ela ser mulher. No geral, esqueça a competição com outra mulher.
  3. Você não é obrigada a ser amiga de todas mulheres que conhece. Se não curte alguém, se distancie, mas nunca seja a pessoa que diminui a imagem de uma mulher. Criticar as atitudes de alguém são comportamentos que não precisamos reproduzir.
  4. Não aproveite a falta de autoestima de outra mulher para ser abusiva.
  5. Vibre pela conquista de outras mulheres.
  6. Indique mulheres quando qualificadas para uma vaga de trabalho ou posição.
  7. Ouça. Ás vezes, mais do que falar sobre feminismo, é importante apenas ouvir o que a outra mulher pensa, sente e viveu.
  8. Se você conhecer uma mulher vítima de violência doméstica, informe-a e dê seu apoio emocional, mas jamais cobre uma atitude dela. Ela fará isso quando estiver pronta.

São algumas considerações importantes, principalmente porque como dizia a ex Secretária de Estado dos EUA, Madeleine Albright, ¨há um lugar especial para mulheres que não ajudam outras mulheres¨.


Márcia Kitz | BPW-SP

Meu abraço carinhoso,

Márcia Kitz
Presidente BPW-SP

 

 

 

 



BPW INTERNACIONAL

XXIX BPW International Congress



BOAS VINDAS ÀS NOVAS ASSOCIADAS BPW-SP

Cristhiane Borges Sorolla
Cristhiane Borges Sorolla
Roseli Magalhães Cunha
Roseli Magalhães Cunha
Rute Maria de Souza
Rute Maria de Souza


BPW-SP INFORMA

Eunice CruzA Ética na representação
Por Eunice Cruz

Talento são habilidades especiais. Quando você tem talento para determinada atividade, não precisa ficar gritando aos quatro cantos. Suas atitudes e realizações demonstram.

Você está em sua potencialidade máxima quando realiza suas atividades completamente livre de vergonha, medo e culpa e com o máximo de perfeição possível.

Para que você use seus talentos na potencialidade máxima você terá que seguir seus valores, que são as características que determinam seu comportamento e a forma como você interage com outros indivíduos e com o meio ambiente.

Estes valores são determinados pelo que você é, foi e pretende ser. Por isso você precisa estar sempre muito atenta. Cada uma de nós foi  diferente, é diferente e pretende ser diferente. Ninguém foi ou  é  igual a ninguém. Entretanto, muitas desejam ser iguais a outras. Quer seja pelos atributos internos ou externos.

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Mônica SchimenesA mulher e outras minorias
Por Mônica Schimenes

Ainda precisamos falar sobre minorias. Para isso, recorro a uma pergunta bastante básica – mas nada simples –, sobre o tema: o que são minorias?

Minorias podem ser definidas como segmentos das sociedades que possuem traços culturais ou físicos específicos que são desvalorizados ou não inseridos na cultura da maioria, gerando processos de exclusão e discriminação. Essa exclusão de direitos de cidadania pode vir do fato de esses grupos pertencerem à determinada classe social ou religião, por serem de determinada raça ou representarem determinado gênero, pela sua orientação sexual ou, também, a somatória de diferentes fatores.

Processos de discriminação têm caráter histórico e, dentre os discriminados, as mulheres compõem um grupo importante. As relações de gênero geram, na grande maioria das vezes, condições desfavoráveis às mulheres e isso se inicia quando educamos nossos filhos em casa, repartimos essa responsabilidade com as escolas e partilhamos a vida em família e amigos. Em todas essas relações vemos diferentes níveis de participação, remuneração e controle na disputa pelo poder entre os gêneros.

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Sílvia Simone Anspach"Empoderamento"(?) das Mulheres, Ferraris e Fuscas
Por Sílvia Simone Anspach

Fala-se muito hoje em dia do “empoderamento” das mulheres. Creio que este termo, no entanto seja inadequado. Em primeiro lugar, trata-se de uma tradução literal, “capenga” e servil (colonizada) do termo empowerment e, como toda a tradução literal, tende a ser uma caricatura canhestra do original. Em segundo, aborda a questão do feminino e do empreendedorismo como uma questão de domínio, “poder” (power), autoritarismo. Em terceiro, trata-se de um modismo que, como muitos dentro da cartilha do “politicamente correto”, tenta resolver questões complexas por meio de mera seleção vocabular, e não através de ações profundas e consequentes, que transcendam o tempo datado das modas e dos manuais de comportamento Alia-se a isto o fato de que pressupõe que se concede a alguém (no caso específico da presente discussão, à mulher) algo que este alguém (ela)  ainda não possui.

Focalizando este último ponto, é necessário enfatizar que o processo de libertação e asserção da identidade e do mérito individual deve vir de dentro para fora. Em outras palavras, todo o “empoderamento” deveria ser um “autoempoderamento”.

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Vivian FurlanMulheres Vencedoras
Por Vivian Furlan

Além da mulher poder hoje ter seu reconhecimento como sendo um ser humano igual ao homem, não tem mais que se submeter a uma pessoa do sexo masculino para dirigir a sua vida. Tem agora tomado a frente em muitas situações importantes, em cargos excepcionais jamais imaginados anteriormente em nossa cultura e em muitos outros países.

Houve alguns avanços também na parte jurídica, seja na área cível, trabalhista e criminal, vejamos:

A Mulher possui Foro privilegiado nas ações de Divórcio e guarda de menores em direito de Família, isso significa que a mulher pode escolher o Foro (local) onde vai se desenrolar todo o processo, podendo ser o local em que é residente ou domiciliada!

A Mulher gestante, em direito trabalhista, possui 6 meses de licença maternidade, tendo agora adquirido um tempo maior para poder cuidar de seu filho antes de retornar ao serviço!

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